Na tarde do dia 16 deste mês, um vídeo de um aluno do IEAR-UFF viralizou a partir de uma página da rede social facebook. Trata-se de uma possível acusação de perseguição política contra o estudante que esta fazendo a filmagem, seguida de uma possível agressão ao aluno durante a filmagem.
Por conta de tais alegações, o IEAR-UFF lançou uma nota oficial repudiando as falsas acusações assim como explicando os fatos ocorridos. Vamos colocar alguns pontos da nota:
1 - O aluno ainda não se formou pois ainda não defendeu o TCC, item obrigatório para conclusão do curso;
2 - O aluno não foi condenado por chamar a PM, mas por causar prejuízo na continuidade das funções pedagógicas, científicas e administrativas da universidade;
3 - O aluno foi comunicado da decisão da comissão e, como consta no documento que o mesmo tinha nas mãos, tem direito a ampla defesa;
4 - É uma inverdade que a direção do instituto seja conivente com o consumo ou venda de drogas dentro da instituição;
5 - O aluno tem livre acesso as dependências do instituto, tanto que continuou gravando o vídeo em uma das salas, o mesmo foi retirado de uma sala por entrar sem permissão numa reunião e por gravar sem o consentimento dos presentes;
6 - Não existe perseguição política a este, ou a qualquer outro aluno. O que existe é um processo judicial de alunas contra o referido aluno.
A nota termina reforçando que a universidade é um espaço onde se presa pela liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber. Deste modo, o IEAR-UFF buscará os meios legais para impedir que outros ataques infundados a universidade se repitam.
O Centro Acadêmico Manoel Morais, enquanto representação dos alunos do curso de Políticas Públicas, também se posiciona de maneira contrária a toda ação indevida da polícia militar e dos alunos no referido caso, assim como a maneira caluniosa como foi tratado o caso em páginas do facebook.
Fonte e nota na íntegra: IEAR
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