quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Escola Quilombola de Angra realiza a XIV Feira Frutos da Terra

Nesta quarta-feira, 07, aconteceu o Festival Frutos da Terra na Escola Quilombola Áurea Pires da Gama no Bracuí. Nesta oportunidade a escola homenageou crioulas e crioulos da comunidade que sempre lutaram pelo povo negro da comunidade assim como da região da Costa Verde Fluminense. Seu Manuel Morais, foi um dos homenageados. 


A Feira está em sua XIV Edição e tem como ponto forte trazer para a comunidade escolar um pouco dos frutos que está terra dá,  assim como o de reavivar a cultura local através da arte e da dança. Deste modo as alunas e alunos, assim como os profissionais de educação da escola, se empenharam em apresentar do melhor que estavam em seu alcance para que toda a comunidade pudesse fazer memória da cultura local.

A Professora Gisele relata que a Feira "é muito mais que uma celebração. É o resgate de nossas raízes, é a valorização de nossa africanidade, é a reverência a nossos antepassados, é o reconhecimento de nossa identidade como escola quilombola" e acrescenta que  "com a valorização dos frutos da nossa terra, através de apresentações folclóricas, artísticas e gastronômicas, os alunos se envolvem nessa festa cultural e se reconhecem como parte ativa de nossa história". Finaliza dizendo: "Viva os Frutos da Nossa Terra! Viva o Quilombo de Santa Rita do Bracuí e seus Griots! Viva a Escola Municipal Quilombola Áurea Pires da Gama!"

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Perseguições e ameaças são relatadas pelo movimento estudantil da UFF de Angra

O Movimento Estudantil do Instituto de Educação de Angra dos Reis da Universidade Federal Fluminense vem denunciando perseguições e ameaças que os nossos alunos estão sofrendo. Esta medida visa a dar visibilidade a práticas que são incompatíveis com o meio acadêmico e vem provocando malefícios a saúde mental dos discentes da universidade, assim como atrapalhando suas vidas acadêmicas.


A nota segue com diversos relatos onde diz que "o Movimento Estudantil do IEAR recebeu diversas denúncias, dentre elas o relato de um aluno alegando estar armado dentro da universidade, o porte de arma branca dentro da instituição, ameaças físicas explícitas aos nossos alunos virtual e presencialmente." Ao final a nota afirma que "A universidade pública é um espaço plural, e qualquer tipo de violência e discriminação não deve ser tratado com naturalidade. Entendemos que esse tipo de ação vem se intensificando em diversos ambientes de luta pela democracia."

Acesse a nota na integra neste link.